Eu
Resende, outrora, terra de café,
Agora é bela vila prazenteira.
Aqui nasci, vivi a vida inteira,
Regida por virtudes e por fé.
Meu mês de nascimento, é belo até.
Dezembro, tanta festa e brincadeira.
A vida é simples, mas com eira e beira,
Vou superando as ondas e a maré.
Criei família, um filho, meu tesouro.
Profissional, também mulher do lar,
Fiz, dos poemas, meu ancoradouro!
E no soneto, achei o meu lugar.
Tão aprazível, tão caro como ouro,
Desejo, então lhe ser familiar!
Este soneto está presente
na Trilha XXI - AUTOSONETOBIOGRAFIA
do Fórum do Soneto
Geisa Alves
Enviado por Geisa Alves em 02/12/2020
Alterado em 19/12/2020