Aquarela
Qual tela inacabada, assim sou eu,
Das cores da esperança, matizada.
Nuances de uma essência renovada,
Não há, em mim, lugar de negro breu!
A cor do desejado sonho meu,
Permeia toda a vida e idade cada.
Reflete-me qual alma enluarada,
A dor sentida e o gozo que ocorreu.
Converge, então, diverso sentimento,
Às vezes triste, às vezes coisa bela...
Cadenciando plena sintonia!
Vivendo, assim, a vida em andamento,
Vou colorindo cálida aquarela,
com fé, e amor, com cor e poesia!
Geisa Alves
Enviado por Geisa Alves em 02/12/2020
Alterado em 15/03/2021